Mostrando postagens com marcador Árvores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Árvores. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de abril de 2019

[Palmeira] Babaçu (Attalea speciosa)

Filo: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Arecales
Família: Arecaceae
Gênero: Attalea
Espécie: Attalea speciosa

O babaçu é uma palmeira robusta e imponente com estipe isolado, de 10-30 metros de altura e de 25-60 centímetros de diâmetro, com 7 a 22 folhas medindo de 4 a 8 metros de comprimento (LORENZI et al., 2010).
Suas flores são de sexos separados, com ramos florais volumosos; pode apresentar até 6 cachos por planta ou mais, sustentados por um pêndulo de 70 a 90 centímetros. Cada cacho possui de 240 a 720 frutos que chegam a pesar de 90 a 240 gramas (Wikipeia.org)

O Nordeste brasileiro possui uma área de cerca de 12 milhões de ha plantados com babaçu, sendo a maior concentração no Estado do Maranhão. Mensalmente, são extraídas em torno de 140.000 t de amêndoas desses babaçuais, sendo considerada a maior fonte mundial de óleo de sementes silvestres para uso doméstico (COSTA, 2008).

O Óleo de babaçu, ou óleo de coco, como é popularmente conhecido, é um dos produtos mais utilizados dentre os derivados do babaçu, podendo ser empregado para diversos fins. O óleo pode ser usado no cozimento e na fritura de alimentos, sendo uma das suas características marcantes o leve gosto amendoado; por possuir alto índice de saponificação, é muito apropriado na fabricação de cosméticos; puro ou misturado com outros óleos vegetais, ele pode ser aplicado diretamente na pele e no cabelo, sendo eficaz na hidratação e no combate à caspa. Também é utilizado como lubrificante, e vem sendo cogitado para fabricação de biocombustíveis.
Este óleo, assim como o óleo de dendê, possui elevado teor de ácido láurico (ácido dodecanóico), um ácido graxo, que tem grande ação anti-inflamatória, e também é encontrado no leite humano. (Wikipedia.org)

A amêndoa do babaçu contém entre 60 % e 70 % de óleo, entretanto, a amêndoa representa apenas 6 % à 10 % do peso fresco dos frutos, de forma que a produção potencial de óleo é pequena, de aproximadamente 90 à 150 Kg.ha-1.ano-1 (BALICK; PINHEIRO, 2008 apud COSTA, 2008). Dessa forma, o baixo conteúdo de óleo no fruto direciona o uso do babaçu, principalmente, para co-geração de energia pela utilização da polpa, de alta densidade, capaz de substituir o carvão vegetal (COSTA, 2008).

O Babaçu caracteriza-se como uma espécies de grande relevância na subsistência de várias comunidades tradicionais, pois todas as suas partes  podem ser utilizadas, as folhas na cobertura de casas e noo artesanato, o estipe na construção de móveis, estrutura de moradias, e ainda na corrida de tora e em festa tradicional dos povos Xavante e Krahò no Mato Grosso (ANDRADE, et al. 2014)

Attalea speciosa
Frutificação de Attalea speciosa Palmeira Babaçu
Attalea speciosa: sementes de Babaçu

Obs. Os exemplares à cima foram fotografados frutificando em março de 2019, na cidade de Regente Feijó-SP, local onde são encontrados na arborização das principais praças.

ARRUDA, J.C., SILVA, C.J., SANDER N.L. Conhecimento e Uso do Babaçu (Attalea Speciosa Mart.) por Quilombolas em Mato Grosso. Fragmentos de Cultura, Goiânia, v. 24, n. 2, p. 239-252, abr/jun 2014.

COSTA, C.J., MARSHI, E.C.S. Germinação de Sementes de Palmeiras com Potencial para Produção de Agroenergia. Embrapa Documentos 229, 2008.

LORENZI,  Harri;  NOBLICK,  Larry  R.;  KAHN,  Francis.  FERREIRA,  Evandro.  Flora Brasileira: Arecaceae (palmeiras). Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2010.

sábado, 30 de março de 2019

[Árvore] Sabiá (Mimosa caesalpiifolia Benth.)

  CARACTERÍSTICAS DE Mimosa caesalpiniifolia Benth.

Trecho da dissertação de Miranda (2018), apresentado na Universidade Federal Rural de Pernambuco:

   "A espécie Mimosa caesalpiniifolia Benth., popularmente conhecida como Sabiá, Cebiá, Sansão-do-campo e Unha-de-Gato é uma espécie da família Mimosaceae, endêmica do Brasil e nativa da Caatinga do Nordeste, que ocorre atualmente em quase todo o Brasil, nas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul (SILVA, 2016).
    Mimosa caesalpiniifolia é uma planta que alcança de cinco a oito metros de altura, com tronco de 20-30 cm de diâmetro, tem folhas compostas, alternas, bipinadas, geralmente com seis pinas opostas, cada uma provida de quatro à oito folíolos glabros (LORENZI, 1992). Os ramos são fortemente aculeados, o fuste é revestido de ritidoma que desprende-se por rimas longitudinais em lâminas estreitas delgadas. As flores são melíferas, alvas, em espigas pequenas, com odor característico (LIMA, 1996). O fruto desta espécie florestal é um craspédio glabro e sublenhoso, de cor castanho, com o pericarpo segmentado formando artículos monospérmicos deiscentes. O craspédio se caracteriza pela presença do replum, margem persistente que se destaca das faces do fruto, como uma moldura (LIMA, 1985); as sementes apresentam-se variando em forma, de obovoide a oblonga e orbicular, dura e lisa, com 5,1 a 5,9 mm de comprimento por 4,4 a 6,3 mm de largura, e 1,3 a 1,8 mm de espessura; o tegumento é castanho-claro a marrom, e a superfície é lisa lustrosa, com presença de pleurograma em forma de ferradura (FELICIANO, 1989).
    É uma espécie pioneira, que produz madeira para diferentes finalidades, tem potencial ornamental e potencial para reflorestamentos heterogêneos destinados à recomposição de áreas degradadas e de preservação permanente. (LORENZI, 1992; LIMA, 1996; RIBASKI et al., 2003). Barbosa et al. (2008), a indica como a espécie mais promissora para a implantação de florestas de uso múltiplo, e a coloca como uma das principais espécies nativas da Caatinga.
    Das espécies que podem ser empregadas na construção de cerca viva, M. caesalpiniifolia é a que têm recebido maior atenção. No Mato Grosso do Sul, é a principal espécie utilizada como cerca viva (DANIEL; COUTO, 2003), bem como no Sudeste do Brasil onde é comumente usada cercando fazendas, indústrias e áreas de mineração, minimizando o impacto visual, a poeira, contendo ventos e protegendo contra a entrada de animais e pessoas estranhas (BARBOSA et al., 2008). Segundo Ribaski et al. (2003) esta espécie forma após três anos uma cerca viva que atinge de quatro a oito metros de altura com aproximadamente 300 acúleos por metro quadrado.
    Mimosa caesalpiniifolia se destaca como importante fonte de madeira no nordeste, empregada como estacas e mourões na construção de cercas, e tutores em plantações de uva (RIBASKI et al., 2003). Os mourões para construção de cercas apresentam grande durabilidade e preços competitivos, sendo o plantio para este fim uma atividade lucrativa (BARBOSA et al., 2008). Contudo a madeira dessa espécie não é indicada para produção de celulose em função do seu baixo teor de alfa-celulose, alto teor de lignina e alta densidade, e por estes fatores é considerada como uma boa opção para a produção de lenha e carvão (GONÇALVES et al., 1999).
    Trata-se de uma espécie que apresenta rebrota abundante, e tolera cortes drásticos, fogo e pastejo (FRANCO et al., 2003). É eficiente na cobertura e na melhoria das condições do solo, por ser uma leguminosa que se associa com bactérias fixadoras de N; e produz serrapilheira rica em nutrientes com elevada velocidade de decomposição (ANDRADE et al., 2000). Como forrageira, é ótima fonte de suporte alimentar para os rebanhos, especialmente em períodos de secas prolongadas. As folhas e frutos maduros ou secos são forragem para bovinos, caprinos e ovinos, a parte aérea possui alto valor nutricional, com aproximadamente 13% de proteína, 1,61% de Cálcio e 0,22% de fósforo (LIMA, 1996)."

Foto: Giovana Miranda, UFRPE, 2017.
O biólogo José Luciano Santos de Lima em 1996, analisa o Potencial forrageiro de vinte espécies nativas da caatinga, em seu livro: "Plantas Forrageiras das Caatingas - Usos e Potencialidades". Publicado em Petrolina - Pernambuco através da EMBRAPA e do PNE (Programa Plantas do Nordeste). Em seu livro, além da descrição botânica e dos dados de ocorrência e fenologia, fornece principalmente a análise bromatológica e mineral da parte aérea das espécies, o que possibilita uma comparação entre as características nutricionais de maior interesse quando se pretende um suporte alimentar para os rebanhos, especialmente em períodos de secas prolongadas. Do livro de Lima são as informações seguintes:

Propagação: vegetativa e por sementes
Cresce em terrenos profundos, principalmente nos coluviões.
Fenologia: Início da floração e outubro e frutificação em dezembro.
Parte Utilizada: As folhas e frutos maduros ou secos são forragem para bovinos, caprinos e ovinos

Árvore em torno de sete metros de altura, com ramos fortemente aculeados.
Caule revestido de casca grossa e pardacenta, pouco espinhoso, castanho claro, ritidoma desprendendo-se por rimas longitudinais, em lâminas estreitas delgadas.
Folhas compostas, alternas, com folíolos elípticos e ovais, um tanto curvos.
Flores alvas, pequenas em espigas e suavemente perfumadas; melíferas.
Frutos: Vagem pequena, articuladas e sementes leves.
Madeira: Excelente para estacas, lenha, forquilhas e esteios, resistênte à umidade e fabricação de carvão.

Lima, 1996, fornece uma análise bromatológica e análie mineral da parte aérea (Proteína bruta: 13,48%, Fibra bruta - 19,63%, Extrato etéreo - 4,95%, Fósforo- 0,22%, Cálcio - 1,61%, Digestão in vitro - 14,16%)



Folha composta bipinada
ritidoma se despreendendo
árvore em frente ao departamento de Ciências Florestais (Recife 2017)
Oliveira, 1999 revisando a morfologia de plântulas, esclarece que nas espécies de Caesalpinioideae e Mimosoideae as plântulas são fundamentalmente epígeas, com cotilédones que podem ser foliáceos ou carnosos; em Caesalpinioideae as plântulas são epígeas majoritariamente com cotilédones foliáceos.
Segundo Carvalho, 2007 as mudas atingem porte adequado para plantio cerca de 3 meses após a semeadura.
A plântula é o resultado do desenvolvimento inicial do embrião. Na plântula a maior parte dos componentes são oriundos dos cotilédones, e 50% deles ainda estão presentes e funcionais. 

plântula de Sabiá com três dias, germinação epígeo-foliácea ou fanerocotiledonar

CARVALHO, P. E. R., Sabiá Mimosa caesalpiniaefolia. Colombo: Embrapa Florestas, 2007. 10 p. (Embrapa Florestas. Circular técnica, 135)

LIMA, J.L.S. Plantas forrageiras das caatingas, usos e potencialidades. Petrolina: EMBRAPA, 1996. 38p.

MIRANDA, G. Qualidade Fisiológica e Sanitária de Sementes de Mimosa caesalpiniifolia Benth. 2018. 35 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal Rural de Pernambuco. Recife.

OLIVEIRA, D. M. T. Morfologia de plântulas e plantas jovens de 30 espécies arbóreas de leguminosae. Acta Botanica Brasilica, São Paulo, v. 13, n. 3, p.263-269, 1999.

OLIVEIRA, L.E.M. Desenvolvimento de Plântulas. Temas em Fisiologia Vegetal. em: http://www.ledson.ufla.br/metabolismo-da-germinacao/etapas-da-germinacao/desenvolvimento-de-plantulas/

domingo, 5 de fevereiro de 2017

[Flor] Espécie: Caesalpinia ferrea

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Fabaceae
Subfamília: Caesalpinioideae
Género: Cesalpinia
Espécie: Caesalpinia ferrea



A família Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas, com três subgrupos, também considerados por alguns como subfamílias: Caesalpinioideae, Mimosoideae e Faboideae. A subfamília Caesalpinoideae e o gênero Caesalpinia são identificados, com base na sua morfologia floral considerando: flores geralmente hermafroditas, com simetria radial ou bilateral e inflorescências indeterminadas. Temos dois tipos de inflorescência, a determinada e a indeterminada. Quando determinada, o meristema da inflorescência forma flores terminais que finaliza qualquer crescimento futuro da inflorescência. Se indeterminada, as inflorescências formam-se em ramos laterais e não há formação de flores terminais.
As Caesalpinoideaes tem inflorescência geralmente racemosas ou panículas, com meristema apical terminal que se desenvolve indeterminadamente, iniciando brácteas acropelarmente ao longo do eixo da inflorescência. Um único meristema floral é geralmente iniciado na axila de cada uma destas brácteas.
Observa-se em Caesalpinia ferrea um número médio de vinte flores por inflorescência. As flores são completas, diclamídeas e pentâmeras, com cinco pétalas e cinco sépalas, dez estames e um carpelo. Sépalas e pétalas são amarelas, exceto a pétala adaxial que possuimanchas vermelho claro.

As informações deste post são extraídas da tese de Herika Ap. Bequis de Araújo Zaia, apresentada na Universidade de Piracicaba em 2004, em sua tese Zaia análisou e relacionou a ontogênese floral de espécies de Caesalpínia (C. echinata, peltophoroides e ferrea) com estudos morfo-anatômicos e com microscopia eletrônica de varredura e ópitca, encontrou similaridade no processo de formação e desenvolvimento das flores. Seguem os critérios descritivos em que se assemelham a ontogênese floral das espécies avaliadas deste gênero:

- meristema da inflorescência é indeterminado e inicia a formação de brácteas acropelarmente
- cada bráctea protege um único meristema floral
- o primórdio da sépala abaxial é o primeiro a ser formado pelo meristema floral seguido dos primórdios das sépalas laterais e adaxiais de forma unidirecional.
 - segue-se os primórdios das pétalas, dos estames episséplos e epipétalos.
- a formação do carpelo se inicia com uma protuberância no centro do meristema floral, seguido por uma invaginação para originar uma fenda que será a placenta.
- ANTESE: nos estágios que precedem a antese, há a diferenciação de células papilares no estigma.

O trabalho que esta disponível na internet, é altamente recomendado para aprofundamento neste assunto, traz imagens de microscopia eletrônica de varredura, de vários momentos do desenvolvimento das flores de Pau-Ferro, Pau Brasil e Sibipiruna, desde da formação inicial meristemática até a liberação do pólen, bem como descrição detalhada da ontogênese e discussões sobre a filogenia dentro desta família:

ZAIA, H.A.B.A. Desenvolvimento floral de C. echinata Lam, C. peltophoroides Benth e C. férrea Var. leyotachia Benth (Fabaceae/ Caesalpinoideae). 2004, 53 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz". Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2004.

As fotos são de um indivíduo presente a muitos anos na praça da Igreja Matriz na cidade de Regente Feijó, Estado de São Paulo. Nestas cidades e nas vizinhas o Pau-Ferro tem destaque na arborização urbana, não se ve mudas sendo plantadas desta espécie, até porque preferem o "Oiti" e as palmeiras, mas  os antigos indivíduos, com seu tronco malhado, casca lisa colorida e copa alta com sombra farta são como esculturas das praças, suas flores e folhas são elegantes e raramente, ou quase nunca têm problemas com pragas e doenças.


Cinco pétalas; cinco sépalas, dez estames e um carpelo.

Pau-ferro inflorescência racemosa indeterminada.
Detalhe das brácteas e manchas vermelho claro

terminal de ramo de Caesalpinia ferrea
folha bipinada, filotaxia alterna expiralada

domingo, 27 de outubro de 2013

[Árvore]

Família: Proteaceae
Originária da Austrália

Árvore de 12-35 m de altura

Copa alongada, estreita e consideravelmente rala
Tronco reto,com tendência à bifurcação
Ramificação racemosa ou monopodial
Exsudação ausente.
Folha composta alterna, levemente coriácea, borda inteira lisa
9-15 pares de pinas, folíolos com 4-9 cm de comprimento, profundamente dividido em lóbulos estreitos e com ápices compridas, com 6-12 mm de largura, margens ligeiramente curvadas, e ápices agudos, face superior verde-oscura, brilhante e glabra; face inferior sedosa com pelos esbranquiçados.
Terminais de ramos com pilosidade, flexível e amarelados.
Casca cinzenta, áspera, com muitas fissuras.

Frutos: folículo parecido à vagem, largo, ligeiramente achatado, com 2 cm de comprimento, preto, com haste delgada, comprida e estilo fino e comprido, com uma só linha de deiscência.

Espécie heliófila, que apresenta boa regeneração natural, especialmente em terrenos abertos e cultivados. Muita utilizada na agrossilvicultura para  silvi pastoreios e cercas vivas especialmente em plantações de café. Encontra-se perfeitamente aclimatada no Brasil, resistindo às geadas e às secas e aceitando bem quaisquer terrenos.

Oferece uma madeira moderadamente dura, com aspecto da
madeira do carvalho Europeu. É muito decorativa e própria para obras internas, taboado de soalho e de forro, marcenaria, carpintaria e lenha. O peso específico é de 0,564 g/cm³ (Corrêa, 1978).














Terminal de ramo

Folha

Vagens secas
terminal de ramo de Grevillea Robusta
 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

[Árvore] Trema micrantha - Ulmaceae

Nome científico: Trema micrantha
Nome Comun: Piriquiteira
Família:Ulmaceae
Tipologia florestal:
Local:

Copa simples com densidade intermediária.
Tronco cônico, inclinado e base com raízes superfíciais
Ramificação racemosa e esgalhamento espiralado
Folha simples peciolada, filotaxia alterna dística, limbo ovalado com base assimétrica, de bordo serreado, ápice e base agudos, superfície áspera a parte adaxial e macia na parte abaxial; textura membranácea; média de 12 cm; pecíolo sulcado e venação trinervada na base, nervuras secundárias curvas.
Presença de "estípula ou espinho" intrapeciolar.

Terminais de ramo flexíveis, com pilosidade abundante e inflorescencia nas axilas das folhas em forma de caxos.
Ritidoma marrom ferrugíneo, áspero pela presença de lenticelas, com  rompimento e deiscência ausente.
Lenticelas grandes e em grupos formando feixes horizontais abundantes.
Tronco com cicatrizes de galhos e e com axila do esgalhamento sulcada.
Casca viva amarela, verde com oxidação imperceptível
Com possibilidade de embira.



Estípula?





Lenticelas

Tronco com cicatrizes de galhos e axilas sulcadas