Nome científico: Xylopia frutescens
Nome Comun: embira vermelha
Família: Annonaceae
Tipologia florestal:
Local:
Copa simples paucifoliada.
Tronco ereto e cilíndrico com base reta.
Ramificação racemosa e esgalhamento alterno.
Exsudação ausente.
Folha simples alterna, coriáceae, com pecíolo curto,tamanho médio de 4 cm, borda inteira lisa, e ápice agudo. Face adaxial glabra e abaxial pubescente.
Terminais de ramos com pilosidade, flexível e marrom.
Madeira mole, ritidoma esbranquiçado, estriado, com presença de lenticelas e com cicatrizes redondas.
Casca viva fibrosa, de coloração marrom claro lustrosa, leve odor e oxidação imperceptível. Com possibilidade de embira.
Medicina:
A casca aromática é usada como carminativa, afrodisíaca, estimulante e como tônico para reumatismo (Berg, 1978; Duke & Vasquez, 1994; Revilla, 2002).
Na região amazônica, a decocção da casca, na forma de inalação, serve para combater resfriados e dores de cabeça, sendo que a inalação só pode ser feita na hora de dormir (Di Stasi & Hiruma-Lima, 2002).
As folhas são usadas pelos índios Guaymi (oeste do Panamá) como anti-helmíntico e antipirético (Joly et al., 1987), cuja infusão serve como um potente analgésico e antiinflamatório. Na parte colombiana da Amazônia, os índios utilizam com cautela o chá das folhas como diurético e antiedematogênico (Di Stasi & Hiruma-Lima, 2002).
Os frutos detêm sabor aromático com a retirada da semente oblonga neles contida, que cheira a junípero. Quando comidos em jejum, corroboram o estômago fraco e dissipam os flatos. Moídos, são aplicados contra mordidas de serpentes (Rocha et al., 1998).
As sementes possuem propriedades organolépticas (Silva & Grotta, 1975) e são tidas como estimulantes da bexiga, digestivas e úteis contra catarro, leucorréia, cólicas estomacais (Di Stasi & Hiruma-Lima, 2002), reumatismo, picadas de cobra, mau hálito e cáries (Corrêa, 1984). Júnior (1981) prescreve que essas sementes, as quais encerram óleo volátil e aromático, possuem uma destinação mais nobre: postas a macerar numa bebida alcoólica são tomadas como afrodisíaco.
Ornamental:
Pelo tipo de copa piramidal que possui, esta árvore é utilizada para arborizar ruas e avenidas (Brandão et al., 2002).
Veja:
PROJETO: “EXTRATIVISMO NÃO-MADEIREIRO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA AMAZÔNIA (ITTO – PD 31/99 Ver. 3 (I)”.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
[Árvore] Trema micrantha - Ulmaceae
Nome científico: Trema micrantha
Nome Comun: Piriquiteira
Família:Ulmaceae
Tipologia florestal:
Local:
Copa simples com densidade intermediária.
Tronco cônico, inclinado e base com raízes superfíciais
Ramificação racemosa e esgalhamento espiralado
Folha simples peciolada, filotaxia alterna dística, limbo ovalado com base assimétrica, de bordo serreado, ápice e base agudos, superfície áspera a parte adaxial e macia na parte abaxial; textura membranácea; média de 12 cm; pecíolo sulcado e venação trinervada na base, nervuras secundárias curvas.
Presença de "estípula ou espinho" intrapeciolar.
Terminais de ramo flexíveis, com pilosidade abundante e inflorescencia nas axilas das folhas em forma de caxos.
Ritidoma marrom ferrugíneo, áspero pela presença de lenticelas, com rompimento e deiscência ausente.
Lenticelas grandes e em grupos formando feixes horizontais abundantes.
Tronco com cicatrizes de galhos e e com axila do esgalhamento sulcada.
Casca viva amarela, verde com oxidação imperceptível
Com possibilidade de embira.
Nome Comun: Piriquiteira
Família:Ulmaceae
Tipologia florestal:
Local:
Copa simples com densidade intermediária.
Tronco cônico, inclinado e base com raízes superfíciais
Ramificação racemosa e esgalhamento espiralado
Folha simples peciolada, filotaxia alterna dística, limbo ovalado com base assimétrica, de bordo serreado, ápice e base agudos, superfície áspera a parte adaxial e macia na parte abaxial; textura membranácea; média de 12 cm; pecíolo sulcado e venação trinervada na base, nervuras secundárias curvas.
Presença de "estípula ou espinho" intrapeciolar.
Terminais de ramo flexíveis, com pilosidade abundante e inflorescencia nas axilas das folhas em forma de caxos.
Ritidoma marrom ferrugíneo, áspero pela presença de lenticelas, com rompimento e deiscência ausente.
Lenticelas grandes e em grupos formando feixes horizontais abundantes.
Tronco com cicatrizes de galhos e e com axila do esgalhamento sulcada.
Casca viva amarela, verde com oxidação imperceptível
Com possibilidade de embira.
| Estípula? |
| Lenticelas |
| Tronco com cicatrizes de galhos e axilas sulcadas |
segunda-feira, 8 de abril de 2013
[Árvore] Couepia rufa - Chrysobalanaceae
Nome científico: Couepia rufa
Nome Comun: Oiti CoróFamília: Chrysobalanaceae
Árvore de médio à grande porte com copa simples densifoliada.
Tronco Cônico reto, com base reta, ramificação racemosa e esgalhamento alterno.
Exsudação não presente.
Folha Simples Alterna com margem inteira lisa, nervura peninérvea saliente, pulvino desenvolvido, base obtusa e ápice aculminado. Folha descolor, com parte adaxial gabla e verde e parte abaxial com pilosidade fina ferrugínea. Presença de estípula peciolar livre.
Terminal de ramo lenhoso com concentração de folhas no ápice. Apresenta cicatrizes de folhas e concentração de "um tipo de estípulas lenhosas persistentes" das folhas ja caídas.
Ritidoma rígido, amarronzado, coberto com líquens com rompimento formando macro fissuras.
Casca interna, viva de coloração vinho e superfície rugosa, odor discreto e oxidação lenta p/alaranjado.
| Casca interna de coloração vinho |
| Folhas glabras na face adaxial, detalhe da estípula |
| Pilosidade no pulvino e parte abaxial da folha |
| folha descolor |
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